sábado, 21 de novembro de 2015
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
REVISTA DE ESTUDOS E INFORMAÇOES, DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS TRAZ TEXTOS DE ELEVADO VALOR E CONTEÚDO TÉCNICO-JURIDICO
A REVISTA DE ESTUDOS E INFORMAÇÕES, DA JUSTIÇA MILITAR DE MINAS GERAIS TRAZ TEXTOS DE CONTEUDO BASTANTE RELEVANTE.
COM PREÂMBULO DO JUIZ CEL PM SÓCRATES
EDGAR DOS ANJOS (PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR, A REVISTA
NOS BRINDA COM ARTIGOS DO JUIZ FERNANDO A.N. GALVÃO DA ROCHA, DO CAPITÃO
BM EROS ERICH PINTO COELHO ALONSO, DO JUIZ DE DIREITO PAULO TADEU
RODRIGUES ROSA, DO JUIZ PAULO ADIB CASSEB, DO DEPUTADO ESTADUAL JULIO
CÉSAR GOMES DOS SANTOS, DO JUIZ JADIR SILVA E DO DESEMBARGADOR HERBERT
CARNEIRO.
O BLOG DO SARGENTO CLÁUDIO CASSIMIRO DIAS PARABENIZA OS EDITORES E COLABORADORES DA REVISTA E RECOMENDA A LEITURA.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
DIA DO LIVRO - 29 DE OUTUBRO
29 de outubro - Dia Nacional do Livro
Você sabia que na Idade Média os livros eram feitos a mão e produzidos por monges que usavam tinta e bico de pena para escrever os textos? Um livro pequeno levava meses para ficar pronto. Imaginem só se não tivéssemos todos os recursos avançados que temos hoje para produzir os livros? Com toda a tecnologia que temos hoje, por maiores que sejam eles ficam prontos rapidamente.
O livro é um meio muito importante para adquirir conhecimento, e contribuir com o desenvolvimento da nossa linguagem e escrita. Além de ser muito gostoso ler! Hoje temos livros de todos os temas, assuntos, histórias, e idades. Escolha o seu preferido e comemore esta data, lendo um bom livro.
Fonte: Smart Kids.com
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
DIFICULDADES NA ATUAÇÃO POLICIAL - Texto de Cláudio Cassimiro Dias
Texto de Cláudio Cassimiro Dias
Com o surgimento das
cidades (polis) foi necessário também a formação do braço armado do
estado para dirimir e apaziguar conflitos sociais entre os cidadãos. A
polícia tem o papel de manter a ordem pública e a paz social. Mas, para
isso se utiliza da coação e do poder coercitivo, quando não raras vezes o
uso da força também se faz necessário.
Quando a policia atua em um conflito entre partes
distintas, é comum que uma das partes sinta-se injustiçada, mesmo que o
policial explique que a ação policial deve ser sempre imparcial.
Ao policial cabe um papel
complexo, pois em questão de minutos ou segundos, ele deve agir e dar
uma solução para o problema para o qual foi chamado a dar solução.
A sociedade, às vezes
ingrata, deposita todos seus problemas e conflitos mal resolvidos, no
policial. Na verdade, os cidadãos, no momento de desespero tem o apoio
da polícia, porém, é o mesmo cidadão que lança pedras sobre esse anjo
guardião, que muitas das vezes perde a vida para salvar a de outrem.
Ao policial resta se aprimorar e estar preparado, a cada dia, sempre e sempre para um novo e inevitável desafio.
CLÁUDIO
CASSIMIRO DIAS, SARGENTO PM. Bacharel em Direito. Graduado em História.
Pós Graduado em Criminologia pela PUC Minas. Acadêmico da Academia de
Letras João Guimarães Rosa, da PMMG. Palestrante e Pesquisador da
História Militar. Gestor do Blog do Sargento Cláudio Dias e Movimento
RET.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
CPI conclui que há “genocídio simbólico” contra jovens negros no País
Relatório final aprovado por comissão da
Câmara denuncia escassez de serviços públicos básicos nos locais onde a
maior parte da população é negra e pobre
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)
que investigou casos de violência contra jovens negros e pobres no
Brasil concluiu que essa parcela da população vem sendo vítima de uma
espécie de “genocídio simbólico”.
Estatísticas e fatos apurados pela CPI ao longo de quatro meses colocam o homicídio como a principal causa de morte de brasileiros entre 15 e 29 anos e definem o perfil predominante das vítimas: negros do sexo masculino, com baixa escolaridade e moradores das periferias.
“A CPI cumpriu o papel institucional de amplificar a voz da comunidade negra e pobre do País, ao reconhecer que existe sim um genocídio simbólico quando o Estado brasileiro durante séculos vem negando a essas pessoas os mais básicos serviços públicos”, sustenta a deputada Rosangela Gomes (PRB-RJ), relatora da CPI da Violência contra Jovens Negros.
Números da desigualdade
O parecer final aprovado no dia 15 de julho traz, por exemplo, números do Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/Datasus) que apontam que, entre 2008 e 2011, houve 206 mil homicídios no País – média de 51,5 mil por ano ou de 141 por dia. Tomando 2011 como exemplo, verifica-se que mais da metade dos 52 mil mortos por homicídio eram jovens (53,3%), dos quais 71,44% eram negros e 93,03%, homens.
Como medidas urgentes para conter os assassinatos de jovens pobres e negros no País, o texto final da CPI recomenda a aprovação de sete projetos de leis, cinco propostas de emenda à Constituição e dois projetos de resolução – boa parte deles de autoria da própria CPI. As propostas preveem, por exemplo, a criação de um plano nacional de enfrentamento ao homicídio de jovens e de um fundo nacional para superação do racismo.
Segundo
a relatora, um dos temas mais comentados nas audiências públicas foi a
quase ausência de serviços públicos básicos nos locais onde a maior
parte da população é negra e pobre. Outro tema de destaque foi “a grande
desigualdade entre brancos e negros na abordagem praticada pelas
polícias”.
Esse último problema foi analisado em 2013 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no estudo “Violência letal no Brasil e vitimização da população negra: qual tem sido o papel das polícias e do Estado?”. No estudo, a “grande desigualdade” é confirmada pela chance 3,7 vezes maior de um adolescente negro ser vítima de homicídio, se comparado a um adolescente branco.
O Mapa da Violência produzido pela Unesco – braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para a educação, a ciência e a cultura – igualmente atesta o morticínio da juventude negra e pobre do Brasil. Pelo levantamento, em 2002, o índice de vitimização negra alcançou 73 pontos, ou seja, morreram proporcionalmente 73% mais negros no País do que brancos. Em 2012, esse índice subiu para 146,5, fazendo a vitimização negra no período (2002 a 2012) mais que duplicar.
As medidas propostas pela CPI também promovem diversas alterações na organização e no funcionamento dos órgãos de segurança pública, inclusive criando novas estruturas, como o Conselho Nacional de Polícia, responsável pelo controle da atividade policial.
Estatísticas e fatos apurados pela CPI ao longo de quatro meses colocam o homicídio como a principal causa de morte de brasileiros entre 15 e 29 anos e definem o perfil predominante das vítimas: negros do sexo masculino, com baixa escolaridade e moradores das periferias.
Marcelo Horn/Governo do Rio de Janeiro
Convidados ouvidos pela CPI reclamaram da falta de serviços públicos nos locais onde a maior parte da população é negra e pobre
“A CPI cumpriu o papel institucional de amplificar a voz da comunidade negra e pobre do País, ao reconhecer que existe sim um genocídio simbólico quando o Estado brasileiro durante séculos vem negando a essas pessoas os mais básicos serviços públicos”, sustenta a deputada Rosangela Gomes (PRB-RJ), relatora da CPI da Violência contra Jovens Negros.
Números da desigualdade
O parecer final aprovado no dia 15 de julho traz, por exemplo, números do Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/Datasus) que apontam que, entre 2008 e 2011, houve 206 mil homicídios no País – média de 51,5 mil por ano ou de 141 por dia. Tomando 2011 como exemplo, verifica-se que mais da metade dos 52 mil mortos por homicídio eram jovens (53,3%), dos quais 71,44% eram negros e 93,03%, homens.
Como medidas urgentes para conter os assassinatos de jovens pobres e negros no País, o texto final da CPI recomenda a aprovação de sete projetos de leis, cinco propostas de emenda à Constituição e dois projetos de resolução – boa parte deles de autoria da própria CPI. As propostas preveem, por exemplo, a criação de um plano nacional de enfrentamento ao homicídio de jovens e de um fundo nacional para superação do racismo.
Esse último problema foi analisado em 2013 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no estudo “Violência letal no Brasil e vitimização da população negra: qual tem sido o papel das polícias e do Estado?”. No estudo, a “grande desigualdade” é confirmada pela chance 3,7 vezes maior de um adolescente negro ser vítima de homicídio, se comparado a um adolescente branco.
O Mapa da Violência produzido pela Unesco – braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para a educação, a ciência e a cultura – igualmente atesta o morticínio da juventude negra e pobre do Brasil. Pelo levantamento, em 2002, o índice de vitimização negra alcançou 73 pontos, ou seja, morreram proporcionalmente 73% mais negros no País do que brancos. Em 2012, esse índice subiu para 146,5, fazendo a vitimização negra no período (2002 a 2012) mais que duplicar.
As medidas propostas pela CPI também promovem diversas alterações na organização e no funcionamento dos órgãos de segurança pública, inclusive criando novas estruturas, como o Conselho Nacional de Polícia, responsável pelo controle da atividade policial.
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Natalia Doederlein
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'
Edição – Natalia Doederlein
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segunda-feira, 20 de julho de 2015
sábado, 18 de julho de 2015
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